Oh vil sujeito
Não cobre a ela o apego
Egoísmo, grande amigo
Objeto de total desprezo
Audaz nunca há
Terra de tíbios anfíbios
Intoxicado está o menino
Há de se transformar
Infecto recluso de tanta irrisão
Alquebradas as suas musas
E então o viril aclama
''Que drama! Que drama!''
Coro da turba nítido
Constante perturbação
Consumado na agonia do ser
Solucionada com espectro em langor
E à bolina foi a mezena
Pélagos não atingem o experiente nauta
E de nada adianta cuidado
Fruto de desgosto terá de acalentar
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
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